domingo, 10 de setembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
+ PATRIMÓNIO: Percurso de Sobreposta à Citânia de Briteiros.
A Braga + em parceria com a Associação Social e Cultural de Sobreposta organiza no dia 9 de Setembro (sábado), mais um percurso patrimonial, desta feita com uma inédita visita pelo património e natureza das freguesias de Sobreposta e Salvador de Briteiros onde se inclui uma visita Guiada a Citânia de Briteiros e ao Museu de Cultura Castreja.
Esta iniciativa, tem ponto de encontro e saída marcada para as 09h00, no parque de
estacionamento do INL/Rodovia, de forma a serem organizadas
boleias. A deslocação será feita nas viaturas próprias até Portuguediz, Sobreposta, onde iniciaremos o percurso visitando a Eira das Lages e os moinhos aí existentes.
O objetivo desta visita guiada é dar a conhecer o património de uma das freguesias
mais desconhecidas de Braga mas, ao mesmo tempo, das mais encantadoras, assim como os magníficos exemplares de cultura castreja da nossa região.
A entrada na Citânia de Briteiros terá a exígua quantia de 1.50€. O percurso será orientado pelo Doutor Gonçalo Cruz, arqueólogo e atual diretor da Citânia, estando previsto que termine por volta das 13h00 nos Moinhos e Parque de lazer da Tojeira para almoço partilhado e convívio para quem assim pretender.
Aconselhamos todos os participantes a optarem por trajes confortáveis e adequados à caminhada que terá uma extensão de cerca de 8 km.
A inscrição deverá ser efetuada através do email associacaobragamais@gmail.com. Na respetiva inscrição deverão indicar se levam transporte (viatura própria) e quantos lugares têm disponíveis.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
quarta-feira, 19 de julho de 2017
+PATRIMÓNIO: Visita Guiada às Convertidas
Para que este belo monumento ainda desconhecido da maioria dos bracarenses não caia no esquecimentos e para relembrar a necessidade da sua reabilitação, a Braga Mais, no âmbito das comemorações do dia de Sta. Maria Madalena (consultar aqui o programa) promovida pelo grupo de voluntários "Amigos das Convertidas" realiza uma visita guiada ao interior e exterior deste complexo com muita história e simbolismo e com uma riqueza arquitectónica do período barroco.
Todos os interessados deverão comparecer no próximo domingo, dia 23 de Julho, pelas 10h00 na entrada do edifício. A entrada é livre e não é necessária inscrição.
sábado, 17 de junho de 2017
Memórias de Braga: Rei David
Oradores: José Alberto Nogueira, José Carlos Nogueira
Moderador: Rui Ferreira
No “ciclo de memórias” cada conversa é informal e cujo objetivo é a troca de conhecimentos entre o público e os convidados, partilhando-se as memórias que se querem vivas sobre as vivências da nossa cidade.
DANÇA DO REI DAVID:
A dança do Rei David é outra das tradições mais relevantes das festas de São João em Braga. Constituída por 13 elementos, um dos quais o Rei David, que se destaca ao centro. O grupo está dividido em duas filas de seis elementos cada. Cada fila tem um guia, cuja missão é iniciar a dança e interagir com o Rei. A melodia que acompanha a dança é constituída por “duas partes de doze compassos binários”. Segundo José Gomes, a música atualmente utilizada é oitocentista, devendo-se a sua autoria a um monge agostinho do Convento do Pópulo. Quanto à dança, o mais caraterístico é um passo tipo polca, em que uma das pernas está
elevada com o joelho dobrado sobre a cinta, enquanto a outra suporta o peso total do corpo.
Frequentemente associada ao auto do Carro dos Pastores, tem também origem nos quadros exibidos nas procissões sanjoaninas do período barroco, discutindo-se a influência que poderá ter recebido da Mourisca, com cuja configuração detém semelhanças. Trata-se, provavelmente, da tradição mais antiga associada aos festejos bracarenses, tendo mantido uma regularidade assinalável quer quanto à música, quer quanto à forma. A origem da dança do Rei David, que já se tornou no maior ícone das festas sanjoaninas, continua até hoje por apurar. São muitas as vozes que atiram a sua origem para o século XVI, nomeadamente para a Mourisca, tradição que já abordamos e que nasceu associada às celebrações do Corpus Christi. Esta tradição chegou aos nossos dias, pois, durante várias gerações, foi conservada por uma família da freguesia de Palmeira, que orgulhosamente a foi transmitindo de pais para filhos. O protagonista da dança representa a destacada figura bíblica do pastor que se tornou monarca do Povo de Deus ao derrotar o Golias: o Rei David. Diz-nos José Gomes, que existe uma referência documental à dança do Rei David datada de 1726, na qual se refere que esta dança deveria ser levada a cabo pelos correeiros, sirgueiros, pasteleiros e palmilheiros.
sexta-feira, 5 de maio de 2017
quinta-feira, 4 de maio de 2017
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