domingo, 16 de fevereiro de 2014

+ PATRIMÓNIO: percurso pelos chafarizes e fontanários de Braga



As monumentais fontes da cidade dos Arcebispos são uma das imagens de marca das principais praças do centro histórico. Em outras cidades vemos estátuas ou elevados obeliscos.
Em Braga admiramos fontanários artisticamente elaborados e que se destacam nos conjuntos urbanos em que estão implantados. Alguns pertenceram a conventos, outros sempre tiveram a missão de dar de beber aos bracarenses.
Por isso mesmo, as fontes e chafarizes da cidade de Braga vão dar o mote para mais um percurso pelo património promovido conjuntamente pela Braga + e pela JovemCoop.
Esta iniciativa está agendada para o próximo sábado, dia 22 de fevereiro, e tem início marcado para as 09h30, no largo Carlos Amarante.
A fonte dos Sete Castelos, do Pelicano e do Campo das Hortas serão pontos de paragem obrigatória em mais uma iniciativa voltada para o património.
O percurso vai contar ainda com passagens pela fonte do campo de Santiago, Granjinhos, Campo Novo e pelos lugares onde outrora estavam centralizados os pontos de abastecimento de água.
A caminhada culmina no largo da Senhora-a-Branca.
As inscrições, e demais informações, estão disponíveis nos sites da JovemCoop e da Braga +, ou nas respetivas páginas do facebook.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

+ PATRIMÓNIO: a obra arquitectónica de Moura Coutinho

As obras arquitectónicas da autoria de Moura Coutinho dão o mote para mais um percurso pelo património promovido conjuntamente pela Braga + e pela JovemCoop.
Esta iniciativa está agendada para o próximo sábado, dia 14 de dezembro, e tem início marcado para as 09h30, junto à Arcada.
Uma das obras fundamentais a ser apreciada vai ser o Theatro-Circo, provavelmente a mais importante obra deste arquitecto autodidacta que viveu entre 1872 e 1954.
O percurso vai contar ainda com passagens pelo edifício do Turismo, igreja do Carmo e prevê a entrada num dos edifícios da rua Júlio de Lima cujo traçado pertence integralmente a Moura Coutinho.
Recorde-se que João de Moura Coutinho Almeida d’Eça, natural do concelho de Anadia, é o nome mais significativo da arquitectura bracarense realizada na primeira metade do século XX. Inspirado pela “belle epoque”, foi o autor dos mais significativos edifícios construídos na cidade de Braga, nomeadamente o topo norte da Avenida da Liberdade.
A projecção da sua obra não se ficou dentro das fronteiras bracarenses, tendo desenhado algumas igrejas e agências do Banco de Portugal em muitas das capitais de distrito do norte de Portugal, inclusive a da capital do Minho. Ficou em segundo lugar no concurso para a edificação do Teatro de S. João do Porto e foi o nome escolhido para traçar o edifício da Câmara Municipal da Lousã. Ficou ainda associado à reconstrução da capela de S. Frutuoso, monumento que o apaixonou e provocou intensa polémica.
As inscrições, e demais informações, estão disponíveis nos sites da JovemCoop e da Braga +, ou nas respetivas páginas do facebook.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

+ CULTURA: Memórias de Braga com Henrique Pereira



A Braga + promove esta segunda-feira, 11 de novembro, pelas 21h00, mais uma tertúlia inserida no ciclo Memórias de Braga, que vai ter como convidado Henrique Pereira, que foi secretário pessoal do mítico presidente da Câmara de Braga, António Maria Santos da Cunha.

Esta iniciativa, que se realiza no auditório da antiga videoteca municipal e atual sede do Grupo Folclórico Gonçalo Sampaio, pretende recolher testemunhos da memória da cidade de Braga a partir da partilha de figuras proeminentes da comunidade local.

O mote para esta conversa vai ser dado pela experiência do convidado enquanto colaborador mais próximo do edil falecido em 1972, com apenas 60 anos de idade.

Bairrista exacerbado, Santos da Cunha é reconhecido pelo seu fervor apaixonado a todas as causas da cidade de Braga. Comerciante de profissão, cedo se envolveu em inúmeras instituições da cidade, nomeadamente no Grémio do Comércio. Foi presidente da Câmara Municipal de Braga entre 1949 e 1961, período no qual foi lançado o plano de urbanização do sul da cidade e a Rodovia. Consta que os ministros fugiam quando Santos da Cunha se aproximava, pois já sabiam que iriam ter que escutar uma mão cheia de reivindicações.

Homem reconhecidamente ligado ao Estado Novo desempenhou ainda os cargos de deputado à Assembleia Nacional e Governador Civil de Braga.

O ciclo “Memórias de Braga” realiza-se, com constância mensal. Cada conversa, que se quer informal, anda à volta de um ou mais convidados. O objetivo é mesmo o de conversar, público e convidado, no sentido de partilhar e construir memórias sobre a cidade.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

+ CULTURA: roteiro pela Braga Desaparecida



As associações Braga + e JovemCoop juntaram-se num percurso para falar aos bracarenses acerca do património que foi desaparecendo ao longo dos tempos.
Esta iniciativa, que decorreu durante a manhã de sábado, foi orientada conjuntamente por Rui Ferreira e Ricardo Silva, e contou com a participação de perto de uma centena de pessoas.
A caminhada iniciou-se na praça da República, local onde foi recordada a memória da capela de Santana, que deu nome à praça durante quase quatro séculos, e também do teatro de S. Geraldo e da sede do Banco do Minho, localizados outrora no mesmo espaço em que está hoje o Banco de Portugal e a Caixa Geral de Depósitos, respetivamente.
No Campo da Vinha, os participantes ouviram falar da capela da Senhora do Amparo, demolida no final do século XVIII, mas também do Seminário de S. Pedro, fundado por D. Frei Bartolomeu dos Mártires em 1561 no rescaldo do concílio de Trento e que ocupou, até final do século XIX, quase todo o lado sul desta praça.
Seguiram-se abordagens sobre a antiga capela do Paço dos Arcebispos, desmantelada em 1921, sobre o mercado municipal que se levantou na praça do Município entre 1914 e 1955 e, ainda, a respeito da capela de Santo António da Praça, demolida em 1949 para dar lugar à rua Eça de Queiroz.
Durante o percurso foram ainda recordadas as portas do Souto, da Ajuda, de S. João e da Cividade, que integravam o circuito medieval de Braga e foram sucumbindo ao sabor dos ímpetos modernistas dos políticos bracarenses de oitocentos.
Os destaques da manhã foram a recordação do castelo de Braga e do convento dos Remédios, os mais polémicos processos de eliminação patrimonial levados a cabo no início do século XX.
Houve ainda tempo para abordar a contemporaneidade, nomeadamente as lamentáveis perdas dos vestígios arqueológicos da praia das Sapatas, casa das Piscinas e, também, da seiscentista rua dos Granjinhos.
O próximo percurso está marcado para o dia 23 de novembro com uma caminhada que vai abordar o legado do arquiteto bracarense Carlos Amarante. Entretanto, na próxima sexta-feira, a partir das 21h15, a Braga + organiza um debate público sobre reabilitação urbana, no auditório da Associação Comercial de Braga.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

1.º aniversário da BRAGA +

A Braga + nasceu no dia 21 de Outubro de 2012, na Torre de Menagem da nossa cidade
Cumpre-se precisamente hoje um ano sobre a sessão de apresentação pública da Braga +, data significativa e que serve de demarcação temporal da nossa fundação. Foi na Torre de Menagem, num domingo solarengo e com uma assistência plural que demos início a este projecto de intervenção cívica e cultural, que uniu muitos cidadãos bracarenses.
Um ano depois fica a sensação de dever cumprido, fruto de um dinamismo e iniciativa que foi conquistando o seu espaço na cidade de Braga. Realizamos debates públicos sobre temas essenciais, que tiveram uma ampla réplica na sociedade civil e nos agentes políticos. Com centenas de bracarenses percorremos o nosso património em percursos temáticos pelos diversos legados do nosso passado. Tivemos ainda tempo para realizar conferências, uma sessão prática sobre a nossa etnografia e algumas parcerias em que nos disponibilizamos para colaborações e acções de sensibilização.
Sempre com uma intervenção cívica pela positiva e procurando congregar as diversas sensibilidades, realizamos um caminho que hoje, passado apenas um ano, nos orgulha. O que nos motiva é a nossa cidade, numa exigência centrada em três vectores: cultura, património e cidadania. É com base nessa mesma exigência que vamos continuar a percorrer o nosso caminho!

Agradeço a todos os que integram a nossa associação e àqueles que, com dedicação e entrega, se foram devotando às nossas causas. Hoje estamos todos de parabéns!

Contem connosco!
Por Braga e pelos bracarenses!
Por + Cultura, + Património e + Cidadania!