Feliz Natal e um próspero Ano Novo, são os votos da Braga+!
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
+ PATRIMÓNIO: a obra arquitectónica de Moura Coutinho
As obras arquitectónicas da autoria de Moura Coutinho dão o
mote para mais um percurso pelo património promovido conjuntamente pela Braga +
e pela JovemCoop.
Esta iniciativa está agendada para o próximo sábado, dia 14
de dezembro, e tem início marcado para as 09h30, junto à Arcada.
Uma das obras fundamentais a ser apreciada vai ser o Theatro-Circo,
provavelmente a mais importante obra deste arquitecto autodidacta que viveu
entre 1872 e 1954.
O percurso vai contar ainda com passagens pelo edifício do
Turismo, igreja do Carmo e prevê a entrada num dos edifícios da rua Júlio de
Lima cujo traçado pertence integralmente a Moura Coutinho.
Recorde-se que João de Moura Coutinho Almeida d’Eça, natural
do concelho de Anadia, é o nome mais significativo da arquitectura bracarense
realizada na primeira metade do século XX. Inspirado pela “belle epoque”, foi o
autor dos mais significativos edifícios construídos na cidade de Braga,
nomeadamente o topo norte da Avenida da Liberdade.
A projecção da sua obra não se ficou dentro das fronteiras
bracarenses, tendo desenhado algumas igrejas e agências do Banco de Portugal em
muitas das capitais de distrito do norte de Portugal, inclusive a da capital do
Minho. Ficou em segundo lugar no concurso para a edificação do Teatro de S.
João do Porto e foi o nome escolhido para traçar o edifício da Câmara Municipal
da Lousã. Ficou ainda associado à reconstrução da capela de S. Frutuoso, monumento
que o apaixonou e provocou intensa polémica.
As inscrições, e demais informações, estão disponíveis nos
sites da JovemCoop e da Braga +, ou nas respetivas páginas do facebook.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Roteiros pelo Património - Carlos Amarante e o Neoclássico
Roteiros pelo Património - já no próximo Sábado, 23 de Novembro
Venda de Bilhetes Online para Roteiro pelo Património - Carlos Amarante e o Neoclássico desenvolvido por Eventbrite
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
+ CULTURA: Memórias de Braga com Henrique Pereira
A Braga +
promove esta segunda-feira, 11 de novembro,
pelas 21h00, mais uma tertúlia inserida no ciclo Memórias de Braga, que vai ter como convidado Henrique Pereira, que foi secretário pessoal
do mítico presidente da Câmara de Braga, António Maria Santos da Cunha.
Esta
iniciativa, que se realiza no auditório da antiga videoteca municipal e atual sede do Grupo Folclórico Gonçalo
Sampaio, pretende recolher testemunhos da memória da cidade de Braga a
partir da partilha de figuras proeminentes da comunidade local.
O mote para
esta conversa vai ser dado pela experiência do convidado enquanto colaborador
mais próximo do edil falecido em 1972, com apenas 60 anos de idade.
Bairrista
exacerbado, Santos da Cunha é reconhecido pelo seu fervor apaixonado a todas as
causas da cidade de Braga. Comerciante de profissão, cedo se envolveu em
inúmeras instituições da cidade, nomeadamente no Grémio do Comércio. Foi presidente
da Câmara Municipal de Braga entre 1949 e 1961, período no qual foi lançado o
plano de urbanização do sul da cidade e a Rodovia. Consta que os ministros
fugiam quando Santos da Cunha se aproximava, pois já sabiam que iriam ter que
escutar uma mão cheia de reivindicações.
Homem
reconhecidamente ligado ao Estado Novo desempenhou ainda os cargos de deputado
à Assembleia Nacional e Governador Civil de Braga.
O ciclo
“Memórias de Braga” realiza-se, com constância mensal. Cada conversa, que se
quer informal, anda à volta de um ou mais convidados. O objetivo é mesmo o de conversar,
público e convidado, no sentido de partilhar e construir memórias sobre a
cidade.
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
+ CULTURA: roteiro pela Braga Desaparecida
As associações Braga + e JovemCoop
juntaram-se num percurso para falar aos bracarenses acerca do património que
foi desaparecendo ao longo dos tempos.
Esta iniciativa, que decorreu
durante a manhã de sábado, foi orientada conjuntamente por Rui Ferreira e
Ricardo Silva, e contou com a participação de perto de uma centena de pessoas.
A caminhada iniciou-se na praça da
República, local onde foi recordada a memória da capela de Santana, que deu
nome à praça durante quase quatro séculos, e também do teatro de S. Geraldo e
da sede do Banco do Minho, localizados outrora no mesmo espaço em que está hoje
o Banco de Portugal e a Caixa Geral de Depósitos, respetivamente.
No Campo da Vinha, os participantes
ouviram falar da capela da Senhora do Amparo, demolida no final do século
XVIII, mas também do Seminário de S. Pedro, fundado por D. Frei Bartolomeu dos
Mártires em 1561 no rescaldo do concílio de Trento e que ocupou, até final do
século XIX, quase todo o lado sul desta praça.
Seguiram-se abordagens sobre a
antiga capela do Paço dos Arcebispos, desmantelada em 1921, sobre o mercado
municipal que se levantou na praça do Município entre 1914 e 1955 e, ainda, a
respeito da capela de Santo António da Praça, demolida em 1949 para dar lugar à
rua Eça de Queiroz.
Durante o percurso foram ainda
recordadas as portas do Souto, da Ajuda, de S. João e da Cividade, que
integravam o circuito medieval de Braga e foram sucumbindo ao sabor dos ímpetos
modernistas dos políticos bracarenses de oitocentos.
Os destaques da manhã foram a
recordação do castelo de Braga e do convento dos Remédios, os mais polémicos
processos de eliminação patrimonial levados a cabo no início do século XX.
Houve ainda tempo para abordar a
contemporaneidade, nomeadamente as lamentáveis perdas dos vestígios
arqueológicos da praia das Sapatas, casa das Piscinas e, também, da
seiscentista rua dos Granjinhos.
O próximo percurso está marcado
para o dia 23 de novembro com uma caminhada que vai abordar o legado do
arquiteto bracarense Carlos Amarante. Entretanto, na próxima sexta-feira, a
partir das 21h15, a Braga + organiza um debate público sobre reabilitação
urbana, no auditório da Associação Comercial de Braga.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
1.º aniversário da BRAGA +
![]() |
| A Braga + nasceu no dia 21 de Outubro de 2012, na Torre de Menagem da nossa cidade |
Um ano depois fica a sensação de dever cumprido, fruto de um dinamismo e iniciativa que foi conquistando o seu espaço na cidade de Braga. Realizamos debates públicos sobre temas essenciais, que tiveram uma ampla réplica na sociedade civil e nos agentes políticos. Com centenas de bracarenses percorremos o nosso património em percursos temáticos pelos diversos legados do nosso passado. Tivemos ainda tempo para realizar conferências, uma sessão prática sobre a nossa etnografia e algumas parcerias em que nos disponibilizamos para colaborações e acções de sensibilização.
Sempre com uma intervenção cívica pela positiva e procurando congregar as diversas sensibilidades, realizamos um caminho que hoje, passado apenas um ano, nos orgulha. O que nos motiva é a nossa cidade, numa exigência centrada em três vectores: cultura, património e cidadania. É com base nessa mesma exigência que vamos continuar a percorrer o nosso caminho!
Agradeço a todos os que integram a nossa associação e àqueles que, com dedicação e entrega, se foram devotando às nossas causas. Hoje estamos todos de parabéns!
Contem connosco!
Por Braga e pelos bracarenses!
Por + Cultura, + Património e + Cidadania!
terça-feira, 15 de outubro de 2013
+ CULTURA: Memórias de Braga com Luís Costa
A Braga + promove esta quinta-feira, 17 de outubro, pelas 21h00, a
primeira tertúlia inserida no ciclo Memórias de Braga, que vai ter
como convidado Luís Costa.
Esta
iniciativa, que se realiza no auditório da antiga videoteca
municipal e atual sede do Grupo Folclórico Gonçalo Sampaio,
pretende recolher testemunhos da memória da cidade de Braga a partir
da partilha de figuras proeminentes da comunidade local.
O
mote para esta conversa vai ser dado pela experiência do convidado
enquanto responsável do Theatro-Circo, mas também o seu papel
enquanto investigador e promotor da história e do património da
cidade de Braga.
Luís
Costa é natural de Coimbra onde nasceu em 1921. Com 5 anos fixou-se
na Póvoa de Varzim, onde tirou o Curso Comercial na Escola Rocha
Peixoto. No período da 2ª Guerra Mundial prestou serviço militar
como sargento miliciano no R. I. 6 do Porto, e depois como
expedicionário em Cabo Verde.
Regressado
daquele arquipélago em 1946, veio para Braga trabalhar na área dos
espetáculos, tendo desempenhado a sua missão no Theatro-Circo
durante mais de quatro décadas. Foi também funcionário do Arquivo
Municipal de Braga. Colaborou assiduamente com os jornais “Correio
do Minho” e “Diário do Minho” e igualmente com o “Comércio
da Póvoa”, “O Cávado”, a Rádio Renascença e a Antena Minho.
Escreveu
centenas de artigos sobre Braga, cidade sobre a qual dirigiu inúmeras
visitas guiadas com alunos e turistas nacionais e estrangeiros. É
ainda sócio fundador da Aspa e da Associação de Autores de Braga,
sendo autor de diversas obras no âmbito da história local.
O
ciclo “Memórias de Braga” realiza-se às quintas-feiras, com
constância mensal. Cada conversa, que se quer informal, anda à
volta de um ou mais convidados. O objetivo é mesmo o de conversar,
público e convidado, no sentido de partilhar e construir memórias
sobre a cidade.
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